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	<title>Criar um Blog</title>
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	<description>Tudo sobre o processo de fazer e gerir um blog</description>
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	<title>Criar um Blog</title>
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		<title>Como ter um blog bilingue</title>
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		<dc:creator><![CDATA[nuno]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 Nov 2018 08:00:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blogging]]></category>
		<category><![CDATA[localização]]></category>
		<category><![CDATA[tradução]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se o teu sonho é ter um site que chegue a vários pontos do globo, então ter um segundo ou terceiro idioma é quase obrigatório. Este artigo explica como podes tornar o teu site bilingue com pouco esforço.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://criarumblog.pt/blog-bilingue/">Como ter um blog bilingue</a> aparece primeiro em <a href="https://criarumblog.pt">Criar um Blog</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Se o teu sonho é ter um site que chegue a vários pontos do globo, então ter um segundo ou terceiro idioma é quase obrigatório. Este artigo explica como podes tornar o teu blog bilingue com pouco esforço.</p>



<p>Uma grande decisão quando se vai começar um blog é em que língua escrever. Os bloggers que falem de algo de interesse partilhado à escala global como viagens ou cinema, certamente se perguntam se não deviam alargar o seu público-alvo.</p>



<p>A tentação de escrever na língua materna é muito forte. Afinal, é a língua que melhor conhecemos e onde dificilmente se comete erros. Depois, pensando no público, o português não chega muito longe. É a quinta língua mais falada no mundo e são duzentos e oitenta milhões de pessoas, mas parece pouco. Com o castelhano depressa se chega aos países ibero-americanos e outros quinhentos milhões de possíveis leitores. O inglês tem um pouco menos de falantes nativos, mas é a segunda língua de mais de mil milhões de pessoas por isso cobre uma fatia gigante do planeta.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Em que língua devo escrever?</h2>



<p>A ter de sugerir uma língua, é imediatamente o inglês. Apesar de o mandarim ser mais falado, a China é muito fechada, tem uma cultura diferente e tem censura sobre conteúdos pelo que podes estar a escrever para alguém que não quer ou não consegue ler. O inglês é o idioma universal, especialmente no mundo ocidental com o qual temos mais semelhanças. Se não souberes escrever bem, arranja um tradutor. Há muita gente capaz e sendo um trabalho regular até podes conseguir bons preços.</p>



<p>Felizmente hoje em dia um blog não tem de ser escrito numa
única língua. Cada artigo pode estar em várias línguas ou apenas numa e os
leitores são desviados para o idioma que lhes interessa. É disso que este
artigo vai falar.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como posso publicar em várias línguas?</h2>



<p>Há essencialmente quatro formas de publicar em várias línguas. Inicialmente deves pensar em fazer um site bilingue, mas nos exemplos falarei frequentemente do multilingue, porque crescer de forma internacional pode e deve estar nos planos de quem planeia. Agora duas línguas, daqui a uns anos, dez.<br></p>



<h2 class="wp-block-heading">Fazer um artigo com as várias línguas</h2>



<p>As desvantagens são:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>O título ou fica num idioma só ou fica muito longo.</li>



<li>Os motores de busca não vão saber em que língua está escrito e não vão recomendar a ninguém.</li>



<li>Os leitores podem ficar perdidos ou desmotivados se a língua deles estiver no fundo.<br></li>
</ul>



<p>Aqui fica uma dica para quem quiser seguir este caminho: fazer hiperligações âncora para as várias línguas logo no início. Assim o leitor salta logo para o que lhe interessa.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Fazer um artigo para cada língua no mesmo site</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Aqui não há problemas com o título.</li>



<li>Os motores de busca mais facilmente encontram a língua de cada artigo (mas tens de o indicar no código HTML ao escrever).</li>



<li>Os leitores mesmo que entrem na versão errada terão as hiperligações para o que procuravam.</li>



<li>No entanto, a página inicial vai ficar confusa com artigos duplicados ou triplicados. Os textos informativos, os menus e os artigos em destaque só podem estar numa língua. É preciso ter uma língua principal. O resto será acessório.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">Ter um site em cada língua</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Os problemas todos referidos anteriormente desaparecem. Cada site está otimizado para uma língua e os leitores terão a experiência perfeita.</li>



<li>Todavia, ainda há desvantagens. Primeiro isso duplica o trabalho de gestão. Dois endereços, dois <em>logins</em>, dois locais para gerir comentários. E segundo, para os motores de busca são dois sites diferentes e portanto o impacto é visto em separado.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">Ter um site bilingue/multilingue</h3>



<p>Para resolver todos aqueles pequenos detalhes incómodos
referidos acima, já várias plataformas gestoras de conteúdos (CMS – Content Management
System) como Joomla e WordPress assumem que os autores querem fazer o seu site/blog
para vários públicos. Por isso foram aparecendo ferramentas que facilitam a criação
de um espaço poliglota.</p>



<p>Na prática só precisas de dizer que idiomas queres ter no
site. No arranque dá o dobro do trabalho criar os menus. Mas depois no
dia-a-dia, quando escreves um artigo ou crias uma página, só especificas a língua
em que está e o CMS trata do resto. Identifica as traduções em falta caso
queiras escrever noutra língua, faz as marcações HTML necessárias para esse
idioma, cria todas as ligações internas… Para os motores de busca é realmente
um site em várias línguas. Cada artigo é único, mas pode chegar a mais gente do
que se estiver numa só língua.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como <g class="gr_ gr_4 gr-alert gr_spell gr_inline_cards gr_run_anim ContextualSpelling" id="4" data-gr-id="4">configurar</g> o WordPress para ser bilingue</h2>



<p>Um <em>plugin</em> que utilizo em praticamente todos os meus sites é o Polylang. Permite definir várias línguas, por que ordem aparecem, e ter várias opções simples de configuração. Só uma vez fiz para três línguas, mas no modo bilingue está mais do que testado e aprovado. E o melhor é que é gratuito.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://blog.nunoreis.pt/wp-content/uploads/2018/11/Polylang.jpg" alt="Definições do Polylang" class="wp-image-200"/><figcaption class="wp-element-caption">Definições do Polylang</figcaption></figure>



<p>O único cuidado que é preciso é escolher um tema que saiba
que o multilingue existe. Diria que só uns 30% dos que gostei estão preparados
para isso.</p>



<p>Também podes optar pelo WPML, o lider incontestado dos plugin pagos de tradução. A versão mais simples fica por 39€, e por ser estar registado como revendedor consigo a versão completa por 40€/ano. Não é muito, mas não se justifica na maioria dos casos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Alguma outra dica?</h2>



<p>Sim. Também nas redes sociais é preciso saber separar os
públicos. Se fizeres uma partilha e metade do público não a perceber, a taxas
de resposta vai ser metade do normal o que fará descer a reputação da tua página.
Se o teu público lusófono só vir as publicações em português, o teu público
anglófono só vir em inglês e por aí em diante, a taxas de resposta será certamente
melhor. E quando partilharem pelos seus amigos que falam a mesma língua, também
eles reagirão melhor.</p>



<p>O Facebook está preparado para isso. Nas definições da página diz que queres &#8220;Publicar em vários idiomas&#8221; e, quando publicares, podes dizer em que idioma está o teu texto/ligação. É assim simples. A vantagem é que não há línguas pré-definidas por isso mesmo sem teres um site bilingue, podes publicar em francês ou japonês se te aparecer alguém desses lados.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://blog.nunoreis.pt/wp-content/uploads/2018/11/Facebook-Definicoes-Multilingue.jpg" alt="Definições Multilingue num página Facebook" class="wp-image-204"/><figcaption class="wp-element-caption">Definições Multilingue num página Facebook</figcaption></figure>



<p>Nada como experimentar por isso&#8230; mãos à obra!</p>
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		<title>WHOIS &#8211; como todos podem saber onde moras</title>
		<link>https://criarumblog.pt/whois/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[nuno]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Oct 2018 17:00:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Apoio Técnico]]></category>
		<category><![CDATA[Blogging]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança online]]></category>
		<category><![CDATA[WHOIS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os teus dados pessoais não são para partilhar com o mundo.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Quando se regista um domínio, são-nos pedidos vários dados pessoais. Nome, morada, número de identificação fiscal, telefone e email. Sendo uma empresa oficial a pedir, não faz mal, certo? Pois, o problema é que também aqui é importante frisar que os dados não são para partilhar com o mundo.</p>



<p>A nova lei de proteção de dados da União Europeia (o célebre RGPD/GDPR que entrou em vigor a 25 de Maio de 2018) exige isso, mas estimavam que quem fornece o serviço demorasse um ano até conseguir implementar as alterações. É que uma das regras da Internet diz que a informação é de todos e o ICANN, a organização que gere a Internet, não se conseguiu adaptar nos dois anos que foram dados para as empresas se prepararem e ajustarem processos. A verdade é que poucas empresas europeias fizeram algo antes de 2018, porque seriam os outros diferentes?</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como sei o que estou a mostrar?</strong></h2>



<p>Quando queres saber quem gere um site, o normal é procurares a secção “Sobre Nós”. Mas isso é a versão pública e bonita e pode ser falsa.</p>



<p>Há um serviço que diz exatamente quem registou cada domínio desde o primeiro momento, sem esperar que haja um site. O nome é “WHOIS”. Como “who is” ou, em português, “quem é”?</p>



<p>Normalmente essa opção surge quando se quer registar um domínio. Tens uma caixa de texto para escreveres omeunovodominio.pt, Carregas no botão “Pesquisar” e depois ou diz “está disponível, compra já” ou diz “o domínio desejado já está registado”. E ainda que possas não ter reparado, em muitos sites tem um botão a dizer WHOIS. E aí está a verdade.<br></p>



<h2 class="wp-block-heading">O DNS.PT é amigo<br></h2>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://blog.nunoreis.pt/wp-content/uploads/2018/08/DNS-WHOIS-768x301.jpg" alt="DNS.PT foco no WHOIS" class="wp-image-126"/></figure>



<p>Vamos ver o exemplo português. O <a href="https://www.dns.pt" target="_blank" rel="noopener">DNS.pt</a> é a entidade que gere os domínios .pt todos. É quem garante que não existem sites com nomes de palavrão, que uma pessoa não regista a marca de outra pessoa e que o proprietário dos domínios com nomes de localidades, rios e semelhantes é a autoridade governamental correspondente. Existem mais regras, mas estas são as principais.</p>



<p>Ora se fores a DNS.pt tens logo um grande Pesquisar. Vamos testar algo fácil. Sapo.pt. Esse está ocupado, mas por quem?</p>



<p>O WHOIS diz que é pela MEO com todas as informações desejadas e algumas incompreensíveis.</p>



<p>Se tiveres um domínio terminado em .pt confirma se não está disponível essa mesma informação sobre ti.</p>



<p>Se tem informação que não é tua, é porque quem registou por ti usou os próprios dados. Exige que o transfiram para teu nome imediatamente. Tu pagaste por ele, é teu. Se não o souberem fazer (sim, há empresas que registam domínios sem saber o que fazem) exige o código de transferência e <a href="https://nunoreis.pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">passa-o para a minha empresa</a>. São 15 euros por ano que fica dentro do preço normal, só que eu ajudo com tudo o resto. Sendo um blogger há 15 anos e tendo gerido mais de 300 domínios diferentes em quatro continentes, sei que consigo ajudar com qualquer possível problema.</p>



<p>Se já disser “informação confidencial”, sorte tua. Deve estar bem. Mas pode estar em nome da empresa a que compraste. Vê o ponto seguinte para confirmar.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Para ficar anónimo, só é preciso um clique.</strong></h2>



<p>Vai a DNS.pt. Escolhe “Área Reservada” no topo. Para entrares usa o teu login e password.</p>



<p>O nome de utilizador, nic-handle, podes encontrar na conta de email que usaste para comprar o domínio. Na data de registo de domínio (podes ver isso no WHOIS se não te lembrares) tens um email de “request@dns.pt” com assunto “Abertura de Contacto”. Aquele NIC-handle no final do email (tem as tuas iniciais, uns números e depois mais umas letras) é o login. Como é a primeira vez que vês isto, deve ter também um link para definires a password.</p>



<p>Se não tens esse email, é porque nunca o recebeste ou porque o apagaste. Por sorte no formulário de login deixa recuperar nome de utilizador por NIF e esse sabes. Pede o utilizador e faz o que diz no email para entrares.</p>



<p>Se o dns.pt não conhecer o teu NIF, é porque o domínio não está registado em teu nome… Já disse o que tens de fazer. Exigir o código de transferência e <a href="https://nunoreis.pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">passar para mim</a>.</p>



<p>Depois de entrares, tens do lado direito a opção Editar Dados. A última caixa é WHOIS privado. Escolhe editar, coloca um pisco, salva e já está. Se fores ao whois novamente está em nome de <strong>Dados Confidenciais</strong>.</p>



<p>Quem precisar de te contactar vai ter formas como o fazer (é dado um endereço de email provisório) mas há um filtro. É bem melhor do que ter todos os dados à vista do mundo nesta lista telefónica demasiado completa.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>É preciso fazer isto?</strong></h2>



<p>Não. A partir de dia 25 de Maio esconder a informação deve ser a opção por defeito para cidadãos a nível individual. Podes optar por mostrar se quiseres ter os fãs à porta.</p>



<p>Mas e se o teu blog for uma empresa? Se registares o blog como negócio, os dados da empresa não são abrangidos por essa lei e podem ficar visíveis para todos. Por isso é importante saber como fazer.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>E se o meu domínio for .com, .net ou outra coisa?</strong></h2>



<p>As coisas não são tão fáceis fora de Portugal porque não há uma entidade centralizadora. Aí há outras formas de fazer isso que normalmente envolvem contratar um serviço de anonimato. Pode ficar por 6 a 10€ anuais, mas isso começou a mudar com a nova lei por isso é muito cedo para fazer planos. A maioria dos vendedores (REGISTRARs) já oculta os dados dos clientes europeus e os outros devem estar quase.</p>



<p>Atenção que comprar o anonimato deve incluir mais trabalho. Como validações regulares de identidade e contacto. Se não responderes podem apagar a conta e lá ficam os dados do domínio públicos. Nos .co.uk era muito irritante. Por eu ser estrangeiro tinha confirmações mensais. Nos .com costuma ser apenas uma vez por ano, cerca de um mês depois do registo inicial.</p>



<p>Se está na altura de renovares, pede esse extra por um ano. Por vezes há um ano de oferta, mas desconfio que essa oferta já acabou ou está para breve. Com a obrigatoriedade de anonimato vão simplesmente subir o preço base e “oferecer” o serviço.</p>



<p>Não costumo vender domínios além de .pt, mas tenho duas centenas de .com na minha empresa. O que sugiro é o que ainda acima disse ser errado para os .pt. O domínio fica registado como sendo da minha empresa para eu ir fazendo essa confirmação e tu tens uma fatura a confirmar que te vendi o domínio. Quando quiseres mudar, é só pedires o código de transferência. Mas estou confiante que nunca vais querer mudar.</p>
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		<title>Menos seguidores, por favor!</title>
		<link>https://criarumblog.pt/menos-seguidores-por-favor/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[nuno]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Sep 2018 19:30:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blogging]]></category>
		<category><![CDATA[Followers]]></category>
		<category><![CDATA[SEO]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Numa era em que todos querem visitas, seguidores e comentários, tenciono explicar porque não deves querer disso. Pelo menos não deve ser o teu foco.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://criarumblog.pt/menos-seguidores-por-favor/">Menos seguidores, por favor!</a> aparece primeiro em <a href="https://criarumblog.pt">Criar um Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Numa era em que todos querem visitas, seguidores e comentários, tenciono explicar porque não deves querer disso. Pelo menos não deve ser o teu foco.</p>
<p>Este artigo é longo e pode ser polémico em alguns pontos. Muitas das pessoas que o leiam vão-se sentir ofendidas. A discussão está aberta.</p>
<p>Chegamos a um qualquer grupo de bloggers amadores no Facebook e estão todos a propor troca de comentários, de likes ou de seguidores. Isso causa calafrios pois todos esses blogs estão a trabalhar arduamente… a escavarem um buraco para se enfiarem. Vou explicar passo a passo as vantagens e desvantagens de seguidores/likes e comentários. Basicamente, para dizer quão mau isso pode ser para um site.</p>
<h2>Os meus argumentos</h2>
<p>O objetivo de quem tem um blog é ser lido. São as leituras que dão seguidores, dão visibilidade, dão origem a parcerias. Mas as visitas erradas fazem o oposto. Por exemplo, se estiveres numa cidade desconhecida e não tiveres bateria no telemóvel para ver os restaurantes recomendados, o que podes fazer? Olhas para eles. Se estiverem vazios são de fugir. Se tiverem muita gente confias que é bom. Mas se tiverem gente a mais, gente com mau aspecto e gente que levou a sua própria comida, não é de desconfiar?</p>
<p>É exactamente o mesmo nos blogs. Quando se tem gente a mais, o servidor fica lento prejudicando os leitores. Se não estão lá para comer/ler, então que cedam o lugar a quem te vai dar dinheiro. A secção de comentários é onde as pessoas avaliam os artigos e conseguem informações complementares. Os comentários irrelevantes encaixam na metáfora dos clientes com mau aspecto. Se escondem os comentários úteis, tornam o artigo menos útil. Os comentários auto-promocionais são os que levam a própria comida. Se estão lá para falar deles mesmos, querem-te roubar leitores.</p>
<p>Isto tudo em conjunto, parece que é uma selva descontrolada.</p>
<h2>Contra-argumentação</h2>
<h3>Não há “visitas a mais”!</h3>
<p>Podes sempre dizer que não são assim tantos e o servidor aguenta. Verdade. Mas quem vai lá só para colar o comentário não perdeu tempo a ler. Para o Google isso é interpretado como “o artigo não interessou”. Se 3 pessoas passam lá 6 minutos e 50 passam 20 segundos, o tempo médio na página é de 40 segundos. Conclusão do Google: “Este artigo devia ser lido em três minutos, as pessoas passam lá menos de um, é porque não é relevante. Vamos mostrar estes outros 50 artigos sobre o tema primeiro.” E lá vai o teu trabalho para o esquecimento.</p>
<h3>Mas no outro <a href="https://blog.nunoreis.pt/pt/seo-10-truques-para-conseguir-links/" target="_blank" rel="noopener">artigo sobre SEO</a> disseste que eu tinha de deixar comentários com links!</h3>
<p>E continuo a dizer que é importante deixar comentários com links para se começar a ser conhecido. Mas podemos ser conhecidos como uma pessoa que está nos locais certos à hora certa e sabe do que fala, ou como aquele emplastro que está em todo o lado e não serve para nada.</p>
<p>Queres deixar comentários úteis, que acrescentem algo à discussão e provem que sabes do tema. Podes fazer apenas “Eu concordo com quase tudo, mas discordo no ponto 2 porque x y e z.”. Isto contribui para a discussão.</p>
<p>Podes ajudar terceiros com “Li este estudo em (link) que confirma a tua opinião”. O autor pode querer, no futuro, acrescentar essa informação ao artigo, e provavelmente vai referir a tua contribuição com um link para o teu blog. Links no artigo contam bem mais do que nos comentários.</p>
<p>Ou podes simplesmente dizer “Também escrevi sobre esse tema em (link de artigo)”. Não ajuda muito, mas é provável que fique por lá e dê algumas visitas de pessoas interessadas nesse tema.</p>
<p>Quem escreve “Gostei. Lê o meu blog (link).” ou “Adorei este artigo sobre submarinos. Lé o meu sobre candeeiros.“ vai ser ignorado e provavelmente apagado. Comentários que não ajudam o leitor, não interessam. Haver um comentário mau no meio de vários bons até pode passar despercebido. Quando é o comentário útil que está no meio dos maus, a secção de comentários tornou-se inútil. Só deixa ficar esse tipo de comentários irrelevantes quem também os faz e portanto um blog sem grande futuro a ajudar outro blog sem grande futuro.</p>
<h3>Mas o que pode haver contra ter seguidores nas redes sociais?</h3>
<p>De certeza que já ouviste falar do temível “algoritmo”. Longe vai o tempo em que numa rede social se via todo o conteúdo de forma cronológica. Agora, para nos “ajudarem”, mostram cada vez menos e por uma ordem indefinida. Com base nas reacções dos utilizadores de forma individual e colectiva, o Facebook/Instagram mostra os conteúdos mais relevantes. O Twitter é mais honesto e mostra tudo, mas também só nos manda notificações para alguns conteúdos principais. O resto fica basicamente perdido no oceano de mensagens.</p>
<h4>O algoritmo em termos simples</h4>
<p>Provavelmente tens uns 500 amigos no Facebook. As publicações que vês são sempre dos mesmos 50, ocasionalmente com uma ou outra de um grupo de 100 outros amigos e todos os outros só reparas que existem quando casam ou fazem anos? É o algoritmo. Com base nas reacções que tens às publicações das pessoas, a página sabe quem gostas de ler. Por isso vês sempre os mesmos 50. Com base no que os outros reagem, o Facebook avisa-te que alguém que não vês há muito fez algo diferente. Se foste o único a não dar os parabéns por 2 anos e não comentaste a mudança de emprego, provavelmente também não te vai mostrar a foto junto ao Coliseu de Roma. Asume que não queres saber e tem razão. E assim metade dos contactos caem no esquecimento.</p>
<p>De vez em quando aparece uma excepção, para confirmar se mudaste de gosto e ao mesmo tempo para dar diversidade ao perfil, mas a partir do momento que se tem um círculo definido, é muito difícil algo mais entrar nessa bolha. Vês mais depressa as publicações de pessoas que estão no mesmo grupo Facebook (porque comentam as mesmas publicações, fazem partilhas semelhantes), do que do colega de carteira da primária que sabe todos os teus segredos. Porque o Facebook diz que vocês não são iguais.</p>
<h4>O algoritmo nas páginas</h4>
<p>O mesmo se aplica às páginas. Podes ter feito gosto em dez páginas de lojas de sapatos. Se só fazes gosto às publicações divertidas de uma, o Facebook vai evitar mostrar-te as outras. Até que essa página faça um anúncio. Aí o Facebook lembra-se que gostas daquele produto e então já contas para ter um alcance de duzentas mil pessoas interessadas. E na verdade até é provável que compres, mas não é a tua marca favorita. As marcas terão de investir em marketing para que os seguidores partilhem organicamente. Aí não interessa se gostas da marca. O teu amigo gostou, logo tu deves gostar. E assim se ganham seguidores e clientes.</p>
<p>Pode ser psicologia barata, mas na verdade são feitos testes constantemente com milhões de pessoas. Cada publicação que vês ou deixas de ver é um teste. Cada partilha, comentário, reacção, ou clique, conta para definir o teu perfil de leitor e o perfil de influenciador do teu amigo. Big brother is watching you.</p>
<p>Vamos aplicar isto a uma página pessoal, como um blog.</p>
<h4>Partilha orgânica</h4>
<p>Primeiro com moderação. Se tiveres 200 seguidores (é normal se conseguires manipular os 500 amigos) e fizeres uma publicação, uns 20 recebem a publicação. Porque o título é engraçado, a foto está gira, ou por obrigação, 5 fazem um like. O Facebook gostou da reacção, acha que funcionou bem e manda para mais 10. Aqui só mais 1 gosto. O Facebook ainda vai tentar mandar para mais 5, mas se não houver algo viral, a publicação morreu por aí. Daqui a uma semana mais 2 ou 3 pessoas vão ver, e terminou esse ciclo de vida. Chegou a umas 40 pessoas e teve reacções de meia dúzia.</p>
<p>Partilha no teu perfil pessoal a ver se chegas a mais 50. Aí é o teu perfil de influenciador digital que está a dar credibilidade à página. Se for um bom link ganhas mais credibilidade como pessoa e como autor. Se for mau, vão ambos ao fundo.</p>
<p>Partilhas num grupo relacionado com o tema. Isto é como os comentários nos blogs. Se for relevante, tem cliques. Talvez alguém partilhe noutro grupo ou marque amigos interessados no tema. Lentamente vai chegando a gente interessada no blog.</p>
<p>Resumidamente, os teus leitores fiéis vão vendo o contudo regularmente, partilham com amigos que por terem um gosto semelhante também reagem bem. Um crescimento sustentado e com pessoas que são potenciais clientes.</p>
<p>Se o blog não tiver um nicho, algumas pessoas podem não gostar de algum conteúdo, mas no panorama geral vão lendo de vez em quando que é o que importa. E quando lá chegam, acabam por espreitar mais alguns artigos relacionados.</p>
<h4>Partilha forçada</h4>
<p>Agora vamos ver no modo “pessoa maluca a gritar no meio da rua”. Se forçaste 1000 pessoas a seguirem a tua página, aquela primeira partilha vai para 100 pessoas. Mesmo que 10 dos teus amigos façam Gosto, quem está lá por obrigação não vai carregar. Não ligam ao tema. A eficácia desceu de 25% para 10%. Ter 5 em 20 é melhor que 10 em 100. O Facebook talvez mande para mais 30 pessoas. Se não acertar na mouche nos teus amigos, acabou.</p>
<p>Como não pareceu suficiente, vais para um grupo com 10000 pessoas e partilhas o link. O Facebook mostra a uma centena de membros e nenhum reage. Ai ai. As pessoas vão entrando no grupo e a publicação está lá. Passam por ela sem reagir. Mil pessoas a passarem pelo link e nenhum clique. Agora é que o Facebook te acha um autor da treta. 1130 pessoas e só 5 reacções?</p>
<p>Medidas drásticas, partilhas no perfil pessoal. A tua mãe já tem Facebook e partilha com as amigas. Ninguém quer saber daquilo porque é para outra faixa etária. O Facebook acha que é o teu público-alvo porque teve uma partilha. Insiste com esse perfil, mas o público não reage. O alcance da página esmorece até que nem a tua mãe vê o que partilhas.</p>
<h4>Troca/Compra de likes</h4>
<p>Mais uma medida drástica. Agora tens seguidores que reagem. Partilhas um artigo e chega a 100 pessoas. 60 fazem like. Foi um sucesso viral e agora o Facebook manda para mais 100 pessoas. 50 reacções. Mais 100 pessoas? 30 reacções. Se não houver partilhas, o ciclo de vida deve estar perto do fim e tiveste uma pequena vitória. Em 300 pessoas, 140 reagiram. Tudo parece bem. Até á próxima partilha. Como és viral, agora o Facebook vai mandar para 200 pessoas logo à primeira. E vai-se focar primeiro nas 140 pessoas que reagiram.</p>
<p>Agora há dois cenários. Se eles continuam a reagir o Facebook vai-se focando cada vez mais nesses utilizadores. Os que não são leitores/clientes reais e não dão lucro, apenas trabalho/despesa. O outro cenário é eles deixarem de reagir, o alcance de 200 pessoas tem 10 reacções e o Facebook depressa te põe no lugar. Tens 1000 seguidores, mas só te partilha com 50. Depois com 30, com 20, com 10…</p>
<p>Demasiados seguidores tornam-se seguidores a menos. No Instagram isto é ainda mais óbvio porque os seguidores são em grande número e as reacções são uma anedota.</p>
<p>O crime não compensa.</p>
<h3>Então para que servem os grupos de bloggers?</h3>
<p>Há diferentes tipos de pessoas nos grupos de bloggers.</p>
<p>Uns que apenas se querem auto-promover. Que partilham todos os artigos que escrevem e a cada comentário voltam a dizer qual é o blog. E ainda acrescentam “Segui. Retribua.” são os piores.</p>
<p>Uns que querem uma comunidade de entre-ajuda. Querem tirar dúvidas técnicas, procurar autores ou blogs para guest posts, alguma orientação para quem vai começar… Se puderes ajudar, ajuda. Se não puderes, indica quem possa. Se fores bom para os outros, os outros lembram-se e retribuem. Um grupo forte de bloggers vai partilhar contactos de designers, empresas de alojamento, agências, escritores, fotógrafos… todos ganham.</p>
<p>E depois há os que estão simplesmente por lá. Não escrevem, mas vão lendo. Podem-se tornar qualquer um dos outros dois tipos. Normalmente são do segundo tipo e começam com um comentário tímido do género “na semana passada a pessoa x perguntou isso. Talvez te possa ajudar.”</p>
<p>Idealmente cada grupo teria uma lista de apresentação membros em ficheiro, para poder ser encontrado depressa e editado em permanência.</p>
<ul>
<li>Ana, tem um blog sobre viagens na Europa e um sobre maquilhagem.</li>
<li>Bruno, tem um blog sobre fazer Erasmus na Polónia.</li>
<li>Cátia é web designer.</li>
<li>Diogo tem um blog sobre culinária e um sobre a Serra da Estrela.</li>
<li>Elsa escreve sobre restaurantes e faz gestão de redes sociais.</li>
<li>Filipe faz traduções.</li>
<li>…</li>
</ul>
<p>Cada um só segue quem quer, o que é melhor para todos.</p>
<h2>Então afinal,&nbsp;como consigo ser lido?</h2>
<p>Se quase ninguém te segue e ninguém te lê por obrigação, quer dizer que só te lê quem te encontrar pelos motores de busca e porque deixaste links em sítios relevantes. O público vai ser criado mais lentamente, mas de forma estável e segura. Para acelerar isso, basta fazeres textos melhores em termos de SEO.</p>
<p>Claro que se o blog não tiver um nicho, isso fica complicado. Por exemplo, este blog por enquanto parece muito focado em temas de blogosfera. Os artigos que sejam aqui publicados de OutSystems e Biztalk não vão interessar aos bloggers. Por isso é que os vou partilhar em grupos diferentes.</p>
<p>Quem googlar recursos para bloggers, vai encontrar imensos blogs e algures lá no fundo estará o meu. Serei um entre milhões a dizer o que se deve fazer. Quase ninguém me conhece e terei de fazer muito conteúdo e bom para me evidenciar.</p>
<p>Quem procurar os outros temas, mesmo havendo menos artigos aqui e não sendo o foco do blog, vai-me ver em posições melhores porque há menos gente a escrever sobre isso. Tenho menos concorrência nesses temas, e muitos dos interessados sabem que eu escrevo sobre o tema noutros sítios. É lógico um blog com o meu nome ter esses conteúdos. Quando aparecer o meu ,é provável que cliquem nele sem hesitação. Isso torna-me logo uma autoridade aos olhos do Google. Estou a tornar a minha reputação como profissional em reputação do blog.</p>
<p>Espero não ter sido muito confuso e que penses um bocado antes de passares horas a partilhar links com quem não vai ler.</p>
<p>Fotos usadas: <a href="https://burst.shopify.com/@matthew_henry?utm_campaign=photo_credit&amp;utm_content=Free+Empty+Subway+Train+Image%3A+Browse+1000s+of+Pics&amp;utm_medium=referral&amp;utm_source=credit">Matthew Henry</a><a href="https://unsplash.com/photos/2c-l8uW1r9w" target="_blank" rel="noopener">&nbsp;@&nbsp;</a><a href="https://burst.shopify.com/urban-life?utm_campaign=photo_credit&amp;utm_content=Free+Empty+Subway+Train+Image%3A+Browse+1000s+of+Pics&amp;utm_medium=referral&amp;utm_source=credit">Burst</a></p>
<p>O conteúdo <a href="https://criarumblog.pt/menos-seguidores-por-favor/">Menos seguidores, por favor!</a> aparece primeiro em <a href="https://criarumblog.pt">Criar um Blog</a>.</p>
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		<title>Credibilidade: Devo acreditar no que um blog diz?</title>
		<link>https://criarumblog.pt/credibilidade-blogs/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[nuno]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Aug 2018 07:55:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blogging]]></category>
		<category><![CDATA[Fake news]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A questão da credibilidade dos blogs tem sido recorrente. Até que ponto se pode confiar neste fonte de informação?</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A questão da credibilidade dos blogs tem sido recorrente. Até que ponto se pode confiar neste fonte de informação? É disso que se falará aqui.</p>



<p>Os blogs vieram revolucionar a Internet e a sociedade, permitindo a qualquer um escrever para todo o mundo. Enquanto no início eram pessoas inconscientes do impacto do que faziam, com o passar dos anos começaram a perceber o poder que isso representava. E enquanto uns escreviam o que sabiam e o que opinavam, outros partilhavam a sua ignorância, a sua burrice, ou a desinformação que queriam popularizar. Existem milhões de blogs e cobrem todos os temas inimagináveis. Uns são credíveis, outros são sarcásticos e outros são puro lixo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como ver a diferença?</h2>



<p>Não é possível distinguir um blog bom dum mau pelo aspecto. Antes ainda se podia pensar que o número de visualizações e de comentários ajudariam a separar o trigo do joio, mas nesta era de notícias falsas e “alternativas” há milhões de pessoas a ver conteúdo falso e a tratá-lo como verdadeiro, contaminando o resto do mundo com desinformação e mentiras. O tema é táo relevante que até a <a href="https://www.governacaointernet.pt/2018.html" target="_blank" rel="noopener">Iniciativa Portuguesa do Fórum da Governação da Internet de 2018</a> teve uma sessão dedicada às <em>fake news</em> e desinformação.</p>



<p>No entanto há duas coisas que ninguém pode construir do zero:</p>



<p><strong>Reputação</strong> – anos de trabalho árduo, de escrita regular, de referências noutros blogs, de artigos e livros publicados noutros sítios. Pode ser simulado, mas obriga a um investimento imenso de tempo e dinheiro.</p>



<p><strong>Credibilidade</strong> – publicar a informação indicando as fontes. Um princípio do bom jornalismo é reportar a informação e a sua proveniência. Se não houver uma fonte, pode ter vindo da imaginação do autor. Se a fonte não parecer de confiança, provavelmente o autor deixou-se enganar.</p>



<p>Isso obriga o leitor a informar-se, a procurar outras fontes de informação e opiniões. Tanto é válido para relatos do que se passa na política internacional, como para a eficácia de um produto de beleza. Deve-se procurar várias fontes, analisar cada uma, e decidir.</p>



<h2 class="wp-block-heading">É tudo uma questão de nome</h2>



<p>Um blogger nunca terá a credibilidade inicial de um jornalista porque não tem a certificação oficial tripla de uma formação, uma carreira e um grupo editorial por trás a dar o empurrão e a visibilidade junto de milhares ou milhões. Mas com muito trabalho, pode chegar lá. Até porque a imprensa em vez de ser proativa e investigadora, cada vez tenta ser mais reativa e rápida a copiar os comunicados recebidos. Vai-se desleixando em termos de qualidade e de fiabilidade. Enquanto um(a) grande blogger tem como prioridade a verdade e o respeito pelos seus leitores.</p>



<p>Se queres ser um nome de respeito na blogosfera e na Internet, tens de ser levado a sério desde o primeiro dia.</p>
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		<item>
		<title>SEO: 10 truques fáceis para conseguir links</title>
		<link>https://criarumblog.pt/seo-10-truques-para-conseguir-links/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[nuno]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Aug 2018 15:21:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blogging]]></category>
		<category><![CDATA[Link building]]></category>
		<category><![CDATA[SEO]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Existem três pilares do SEO. Um é ter grande conteúdo. O segundo é ter um site que mostra esse conteúdo de forma rápida e legível (on-site optimization). O terceiro é ter links a apontar para nós (off-site optimization). O propósito de cada sítio na web é ter visitas. É com visitas que se dá a [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Existem três pilares do SEO. Um é ter grande conteúdo. O segundo é ter um site que mostra esse conteúdo de forma rápida e legível (<em>on-site optimization</em>). O terceiro é ter links a apontar para nós (<em>off-site optimization</em>).</p>
<p>O propósito de cada sítio na web é ter visitas. É com visitas que se dá a conhecer marcas e produtos, que se gera receitas com anúncios ou se faz vendas de produtos e serviços. O ideal é ser o destino recomendado pelo Google para determinada pesquisa, mas há outras formas. A imediata é ter publicidade paga. Assim dão visibilidade ao produto/serviço e os interessados fazem uma visita. Claro que <a href="https://blog.nunoreis.pt/pt/adsense_como_fazer_dinheiro/" target="_blank" rel="noopener">isso pode ter custos</a>, por isso o melhor é ter gente que nos recomenda gratuitamente. Gente cujos sites ligam ao nosso quando se lhes fala do tema que dominamos.</p>
<p>Esses links são um dos parâmetros utilizados para ordenar opções numa página de resultados de pesquisa por isso quantos mais e melhores links tiverem, mais visitas por pesquisa terão. Também existem links maus, por isso muito cuidado com quem vos recomenda. Diz-se que até a má publicidade é publicidade, mas ser recomendado por pessoas duvidosas faz de nós duvidosos.</p>
<h2>1. Antes dos links</h2>
<p>Não adianta ter visitas se não tiveres nada para mostrar. Ter um site apresentável e com algum conteúdo é o ponto de partida. Meia dúzia de páginas é o suficiente como amostra do tipo de conteúdo. Para as etapas mais à frente um mínimo de vinte é ideal.</p>
<p>O site também vai precisar de estar no Google Search Console, de ter um robots.txt e um sitemap. Dessa forma garantes que o Google sabe que o site existe e tudo o que lá está para acesso público. Se isso for demasiado técnico, deixa para depois e fala comigo.</p>
<h2>2. Links fáceis</h2>
<p>A forma mais fácil de conseguir um link é criá-lo. Esse novo site estar nas redes sociais com os campos “site oficial” e “descrição” preenchido é meio caminho andado para ser conhecido. Facilita as partilhas, associa a palavras-chave e a palavra chega aos amigos. Escolhe bem em que redes faz sentido estares com este novo projecto.</p>
<p>E porque os clientes mais fáceis de conquistar são os que já se tem, se tiveres algum blog, lembra-te de avisar que escreves num novo sítio e descrever as diferenças. Porque devem os teus seguidores seguir o novo blog e como se distingue do antigo? Estes links são os alicerces de tudo. Se não tiveres um blog, pede aos teus amigos que escrevem sobre temas semelhantes. Se os entendidos no assunto dizem que há uma nova autoridade na Internet, quem quer saber disso vai estar atento.</p>
<h2>3. Comentários generalistas</h2>
<p>Depois de os teus espaços estarem a funcionar para o novo site, chega a altura de encontrar outros sites que possam ajudar. Este sistema não tem ganhos imediatos, mas é fácil e ajuda muito. Quando deixares comentários num blog, preenche o campo que pergunta qual é o teu link. Se o comentário foi de auto-promoção, é logo apagado como é óbvio, mas se for relevante, o proprietário deixa ficar. É mais um link.</p>
<p>Atenção que uma página com muitos links dá poucos créditos a cada um deles. E os links em comentários normalmente são identificados como irrelevantes para motores de busca. Só que está lá e alguém, algum dia, vai clicar.</p>
<h2>4. Comentários da especialidade</h2>
<p>Melhor só se o corpo do comentário for sobre o tema e referir uma página do teu site que trata o mesmo tema. Se uma pessoa tiver chegado àquele artigo procurando informação e o comentário estiver dentro do tema e apontar para um artigo semelhante, é muito provável que seja clicado. Mais uma vez, o link só vai ficar por lá se fizer sentido no âmbito do artigo. Nada de inventar.</p>
<h2>5. Troca de links</h2>
<p>Agora que já conheceste alguns blogs semelhantes e promoveste o teu espaço nas redes sociais, deves ter feito contacto com os grupos de bloggers. Principalmente LinkedIn e Facebook têm comunidades de bloggers que se promovem. A maioria das vezes são antros onde cada um faz a sua auto-promoção sem querer saber dos outros, mas há grupos melhores, com temáticas próprias, e é frequente arranjarem formas de se ajudarem.</p>
<p>A mais simples é com uma lista de blogs amigos, ou blogs relevantes para determinada temática. A que dá mais trabalho e mais retorno é rever os artigos já publicados e tentar encaixar links relevantes no texto. Como o proveito é para o destinatário, assegura-te que a outra pessoa sabe o que faz e terá o mesmo esforço contigo. Ou diz-lhe directamente em que artigo um link para ti ficaria bem.</p>
<h2>6. Mostrar conhecimento I</h2>
<p>Novamente, não adianta ter um site que ninguém conhece. Para se ter um destino que as pessoas querem visitar, é preciso mostrar credenciais. Para isso há duas formas. Uma delas é ir partilhando conhecimento em sites partilhados. Refiro-me à <a href="https://pt.wikipedia.org/" target="_blank" rel="noopener">Wikipedia</a> onde podes editar páginas para as enriquecer. Ao fim de algumas dezenas de páginas vai aparecer uma onde o teu artigo seria uma excelente referência para acrescentar. E como a Wikipedia é um site de boa reputação e todos os links das referências são validados, ter um link aí vale muito. Colocar links não adequados é imediatamente desfeito por outras pessoas e danifica a reputação do editor por isso só podes colocar links para artigos relacionados e que estejam muito bem escritos.</p>
<p>Outro site muito útil para isso é o <a href="https://pt.quora.com/" target="_blank" rel="noopener">Quora</a> onde as pessoas colocam questões em busca de respostas. O Quora tem um algoritmo para saber que temas nos interessam. Mostra respostas e pede ajuda a responder dentro dessas áreas. Nos temas que dominas, podes dar uma resposta breve e referir o artigo onde essa mesma questão está mais explorada.</p>
<p>Por exemplo, este artigo escrito em Agosto é o perfeito complemento para uma resposta que dei em Abril sobre <a href="https://pt.quora.com/Qual-o-melhor-jeito-de-aumentar-o-tr%C3%A1fego-para-um-website-sem-ser-SEO-N%C3%A3o-temos-muito-dinheiro-para-gastar-com-marketing-e-estamos-dependendo-de-e-mail-de-marketing-posts-de-convidados-em-blogs-com-muito/answer/Nuno-Reis-11" target="_blank" rel="noopener">como aumentar as visitas a um site</a>. Claro que assim que possível, fui editar a resposta para a melhorar e incluí o link.</p>
<h2>7. Mostrar conhecimento II</h2>
<p>Se não quiseres criar um perfil nestes sites e estar sempre a ver como podes contribuir, porque não contribuíres uma só vez para sites e blogs? Há sempre gente disposta a receber artigos de autores convidados.</p>
<p>Nesse caso estás a ceder o teu tempo e conhecimento (e um artigo que podia estar no teu site) a outra pessoa, mas alargas a área de influência. Ganhas visibilidade entre os seguidores desse site.</p>
<p>Fazer um artigo gigante com três mil palavras e dez links de referências é perfeito. Contudo, não é a única forma de conseguires essas vagas. Por vezes há artigos que pedem elementos para uma lista. Se tens um blog de culinária e alguém quer “as dez melhores receitas de bacalhau”, podes contribuir com uma muito boa. E deixar o link para a tua secção de receitas com bacalhau.</p>
<p>Nem sempre tem de ser diretamente relacionado. O proprietário do site até deve preferir ter visões diferentes e complementares. Para participar em artigos como “rotinas saudáveis para começar o dia”:</p>
<ul>
<li>um nutricionista faz comentários sobre o que não pode faltar num pequeno-almoço equilibrado. Aponta para o seu site de receitas onde aceita marcação de consultas;</li>
<li>o personal trainer diz que exercícios físicos fazer ao sair da cama. Aponta para a página de marcações;</li>
<li>o blog de maternidade diz o que se deve ter pronto antes de acordar as crianças. Com o link para a categoria Crianças;</li>
<li>o blog melómano recomenda um programa de rádio para ouvir na viagem de carro;</li>
<li>alguém recomenda podcasts para se ouvir em viagens de metro e autocarro;</li>
<li>….</li>
</ul>
<p>Dá para encaixar artigos muito variados. Isso demora menos tempo (costumam ser 150 a 300 palavras) e não se sacrifica um artigo bom inteiro, mas também dá menos visibilidade porque o palco é partilhado.</p>
<h2>8. Trazer conhecimento</h2>
<p>Que tal fazer o inverso? De mesma forma que ao escrever para outros lhes estás a dar o teu conhecimento em troca de um link, se os outros escreverem para ti, o teu espaço ganha conteúdo de qualidade. E vai ser promovido pelo(s) autor(es) chegando a mais gente.</p>
<p>Para conseguires autores de qualidade precisas de ter um site já com algum estatuto. Quem anda nisto há algum tempo não vai perder o seu tempo a escrever para um site que não dará visibilidade. Se o site ainda não for reputado, tem pelo menos de transparecer profissionalismo e que será de referência num futuro próximo.</p>
<h2>9. Conquistar links</h2>
<p>Sejamos honestos, depender dos outros é uma trabalheira. Mas há uma forma de melhorar o sistema de troca de links para funcionar a nosso favor. Se tiveres uma ideia genial em que todos queiram participar.</p>
<p>Por exemplo “vamos todos fazer uma refeição vegan”, “vamos todos fotografar a nossa praia de infância”, “quem tem o mais louco ritual de aniversário”?</p>
<p>As outras pessoas vão fazer um post no seu blog com um link para aquele artigo onde o desafio foi lançado. Toda a visibilidade que esses posts tenham vai ser redireccionada para o artigo original. Se esse artigo tiver links para todos os posts, a visibilidade que cada um tem de volta será mínima. Mas quantos mais participarem melhor para o grupo.</p>
<p>Se o conseguires distribuir no tempo, facilita a vida dos intervenientes e aumenta o interesse.</p>
<p>Um exemplo de muito sucesso foi o <a href="http://www.viveraviajar.com/2015/12/6-on-6-projecto-fotografico-2016.html" target="_blank" rel="noopener">&#8220;6 on 6&#8221; do Viver a Viajar</a> onde mensalmente 6 bloggers fotografavam um tema comum. Com um número razoável de participantes, um espaçamento confortável entre publicações e links de todos para todos, é o formato ideal. O que ganhou a autora de especial? O link acima. Todas as referências a este projecto vão acabar por ir dar a um só artigo num só blog.</p>
<p>Também podem ser desafios que vão rodando por várias pessoas. Como o canal SyFy fez no seu <a href="https://antestreia.blogspot.com/2012/09/blogger-week-do-syfy.html" target="_blank" rel="noopener">desafio blogger-a-week</a> onde todas as semanas um blogger diferente só via esse canal. O canal foi falado em vários blogs da especialidade, ganhou audiências e não teve qualquer custo com semanas consecutivas de promoção.</p>
<h2>10. Moderação</h2>
<p>Obviamente no início terás muita vontade de fazer tudo isto, só que depois a preguiça e a falta de ideias ganham. Por isso é importante definir algumas regras.</p>
<p>Frequência de publicação. Para ter conteúdos, é fundamental ter uma agenda e um tempo reservado para escrever. É melhor fazer um artigo por semana todo o ano do que dez na primeira semana e depois desaparecer. Claro que isso depende de muitos factores e se for um passatempo não pode tirar tempo ao resto, mas é importante saber que se tem a obrigação de dar conteúdo relevante e perceptível.</p>
<p>O Google desconfia se tiveres muitos links de repente. Por isso, sejam comentários ou links em outros sites, não exageres. Fá-lo regularmente e de forma natural para não cansares nem as pessoas nem as máquinas.</p>
<p>Quanto a links vindos de outras pessoas, se o puderes controlar agendando quando cada um publica, excelente. Se não tiveres controlo sobre isso, vai adiando os que controlas para dias menos bons.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Espero que esta lista seja tão útil que deixes um link para este artigo sempre que te perguntem como conseguir links. Porque se o conteúdo tiver qualidade, os links surgem.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Adsense: Como fazer dinheiro com um blog</title>
		<link>https://criarumblog.pt/adsense_como_fazer_dinheiro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[nuno]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Aug 2018 16:08:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blogging]]></category>
		<category><![CDATA[anúncios]]></category>
		<category><![CDATA[Google AdSense]]></category>
		<category><![CDATA[monetização]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Adsense é a ferramenta Google que permite ganhar dinheiro com anúncios. Tem muitas regras e não dá muito dinheiro, mas é a mais fácil para começar. Quem tem um site tem sempre algumas despesas. Os mais profissionais têm gente contratada para gerir redes sociais, para criar conteúdos em texto, imagem ou vídeo. Muitos gastam em [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://criarumblog.pt/adsense_como_fazer_dinheiro/">Adsense: Como fazer dinheiro com um blog</a> aparece primeiro em <a href="https://criarumblog.pt">Criar um Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Adsense é a ferramenta Google que permite ganhar dinheiro com anúncios. Tem muitas regras e não dá muito dinheiro, mas é a mais fácil para começar.</p>
<p>Quem tem um site tem sempre algumas despesas. Os mais profissionais têm gente contratada para gerir redes sociais, para criar conteúdos em texto, imagem ou vídeo. Muitos gastam em logótipos, temas e imagens. Mesmo que não queiram gastar em domínio e alojamento, é provável que tenham comprado o computador onde escrevem. Por isso é fundamental conseguir fazer dinheiro com o blog.</p>
<h2>Como fazer dinheiro com um site</h2>
<p>Não há uma forma ideal de fazer dinheiro com blogs porque cada caso é diferente. Mas temos uma ideia do que funciona para os outros. As formas mais comuns são:</p>
<ul>
<li>Conteúdo patrocinado: escreves sobre produtos, marcas, locais e eventos e és pago por isso. Isso obriga a ter muitas visitas e a ser uma autoridade na área, pelo que demora a atingir esse estatuto.</li>
<li>Venda de produtos/serviço: Se tiveres um produto teu (livros, artesanato) ou um serviço (fotografia, maquilhagem, consultoria) que possas vender, se fores representantes de uma marca (cosméticos, perfumes, recipientes) ou se fores afiliado e ganhares à comissão, podes fazer muito dinheiro. Ou nada se não conseguires vender.</li>
<li>Anúncios: a forma mais fácil de fazer dinheiro é com a venda de espaço publicitário. Alguns programas pagam mesmo bem, mas obrigam a ter muitos milhares de visitas todos os meses. O Google Adsense é dos mais simples para quem quer começar porque não tem mínimos e, como a Google sabe tudo sobre todos, decide sem ajuda o tipo de produto que deves mostrar. E quanto mais crescer o blog, mas dinheiro fazes. Se não quiseres pensar muito, é este o programa ideal.</li>
</ul>
<h2>Tipos de anúncio Adsense</h2>
<p>Os anúncios têm vários formatos.</p>
<ul>
<li>Os anúncios de texto são os tradicionais, apenas compostos por texto. Um anúncio de texto normalmente inclui um título, que é também o link para a página anunciada, uma ou duas linhas de texto, e o endereço do website.</li>
<li>Os anúncios de visualização incluem imagens. Podem ser quadrados, banners horizontais ou verticais e são muito populares porque na teoria convertem mais.</li>
<li>Os anúncios multimédia são mais complexos. Incluem vídeos, jogos flash e tudo mais o que peça interacção do visitante.</li>
</ul>
<p>Existem alguns outros formatos específicos, por exemplo para mobile, mas estes são os básicos e os que importam para começar.</p>
<h2>O que dá dinheiro</h2>
<p>Aqui há 3 opções que os anunciantes escolhem para promover os seus produtos. Por <em>visualização</em>, por <em>clique</em> e por <em>aquisição</em>.</p>
<p>Por visualização significa que há um pagamento por cada vez que o anúncio é exibido. Mostrar algumas vezes não faz diferença, mas aos milhares começa a dar uns cêntimos. E se tiveres várias páginas com milhares de visualizações, o dinheiro começa a pingar na conta.</p>
<p>Por clique é mais exigente. O anunciante não paga para que o anúncio seja visto, mas para que seja clicado. Paga por cada visita que o teu site mande para o site destino. Se for um anúncio de passatempos ou descontos é muito provável que a pessoa clique. Claro que se o anúncio estiver mau e ninguém carregar, o dinheiro é zero. A Google dá uma ajuda e obriga-os a pagar mais por um mau anúncio, por isso os anunciantes vão ter cuidado, mas caso não tenham, podes sempre bloquear.</p>
<p>Por aquisição ou conversão é o mais interessante para colocar em artigos específicos. Aqui ganhas um valor por cada venda feita no site. Se venderes um cd ou uma camisola se calhar são uns cêntimos, mas podes vender um quarto de hotel por alguns euros ou um carro por uma centena. Se não venderes nada, é um zero. Daí ser importante estar enquadrado num artigo relevante.</p>
<h2>Como começar no AdSense</h2>
<p>Para inscrever no Google AdSense são precisas apenas três coisas.</p>
<ul>
<li>Uma conta Google (endereço gmail, conta no Blogspot ou algo na Google)</li>
<li>Um local com conteúdo original (o vosso blog ou Youtube)</li>
<li>Uma morada e telefone válidos. Mais tarde quando tiveres dinheiro para receber o Google vai pedir o IBAN. O montante vai ser transferido para a tua conta bancária e precisas de dar uma morada e número de telefone que estejam associados a essa conta.</li>
</ul>
<p>Depois é só confirmares que o site é teu com um bocadinho de código (já o deves ter colocado via Search Console).</p>
<h2>Como sei que me vão aprovar no programa Adsense?</h2>
<p>Quase toda a gente já ouviu histórias de terror sobre a aprovação neste programa. O processo de aprovação é quase sempre automático. Todavia, o Google por vezes demora semanas a responder. Outras vezes é muito rápido a dizer não. O que é importante ter:</p>
<ul>
<li>Um site com alguns meses e com vários posts. Mostra que estás aqui há algum tempo e que não vais desistir brevemente. Uns 25 artigos ao longo de 3 meses devem bastar.</li>
<li>Conteúdo de qualidade, que as pessoas leem por muito tempo e com links para mais conteúdo de qualidade. Pensa em artigos com imagens e mais de 300 palavras. Uma média de 3 links em cada artigo e pelo menos um deles não ser interno (os internos são dentro do mesmo blog).</li>
<li>Uma página Sobre, uma com Termos e Condições e outra com Política de Privacidade. Também é conveniente ter algum tipo de página de contacto.</li>
<li>Ter um site rápido, bonito e com domínio próprio.</li>
<li>Não ter anúncios de outros serviços, não ter conteúdo adulto, ilegal ou polémico. Ter os artigos patrocinados devidamente assinalados.</li>
</ul>
<p>Podes falhar em alguns destes pontos e ser aprovado. Mas se fores recusado, valida estes pontos antes de te queixares.</p>
<h2>Como colocar Google Adsense no blog</h2>
<p>Se fores blogspot há uma secção “ganhos” na coluna esquerda onde podes configurar tudo o que está relacionado com Google Adsense sem complicações. Se fores WordPress ou outro serviço profissional, existem plugins para isso. Se for um site feito à mão, terás de colocar os anúncios à mão.</p>
<h2>E o dinheiro?</h2>
<p>O dinheiro vai começar a chegar lentamente. Nuns meses melhor, noutros pior. Quando chegares aos 70€ recebes a tua parte. Pode ser todos os meses, pode demorar uns anos. Pode nunca chegar a esse montante. Não tentes vigarizar o sistema que a Google descobre e retira todos os ganhos.</p>
<p>Se fores dos sortudos com 300000 visitas mensais a Google passa-te para o nível seguinte do Adsense. Antes disso provavelmente já terás saído para um concorrente.</p>


<p></p>
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		<title>Porque preciso de HTTPS &#8211; o que é e para que serve</title>
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		<dc:creator><![CDATA[nuno]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Jun 2018 09:30:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Apoio Técnico]]></category>
		<category><![CDATA[blogspot]]></category>
		<category><![CDATA[certificado SSL]]></category>
		<category><![CDATA[html]]></category>
		<category><![CDATA[https]]></category>
		<category><![CDATA[site seguro]]></category>
		<category><![CDATA[www]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Neste post será detalhado o que é o http, o https, o certificado, e como tudo isso contribui para uma internet mais segura e para a reputação de um site. Se fores blogspot também explica como podes ter um blog seguro com apenas um clique. Em Julho de 2018 o Chrome começou a marcar como [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Neste post será detalhado o que é o http, o https, o certificado, e como tudo isso contribui para uma internet mais segura e para a reputação de um site. Se fores blogspot também explica como podes ter um blog seguro com apenas um clique.</p>
<p><span id="more-95"></span></p>
<p>Em Julho de 2018 o Chrome começou a marcar como não-seguros os sites que não sejam https!</p>
<p>Para explicar o que é um site seguro temos de começar pelo princípio.</p>
<h2>WWW</h2>
<p>A Internet é uma rede de computadores ligados. A World Wide Web é o conjunto de regras da Internet que usamos hoje em dia e existe desde o início da década de 1990. Foi quando os endereços dos sites começaram a ser precedidos por www. Hoje em dia todos os sites visitados por utilizadores normais são www por isso não se costuma escrever o www antes do endereço do site. Simplesmente não é preciso porque todos se referem à World Wide Web.</p>
<h2>HTML</h2>
<p>As páginas da World Wide Web são escritas em HTML, CSS e Javascript. O HTML é o elemento mais importante porque dá a estrutura do site. É o que estrutura o conteúdo e assinala o que é título, o que é texto, o que é uma imagem, o que é um formulário o que é uma ligação para outra página… É como se fosse um Lego. As peças (chamadas ‘<em>tags’</em>) já existem e são poucas, mas muito variadas. Cada um pode combinar essas peças como bem entender para fazer o que quiser. Por essa linguagem ser formada por ‘tags’, que se pode traduzir para etiquetas ou marcadores, o nome é linguagem de marcação de hipertexto: <em>HyperText Markup Language</em>.</p>
<p>Aquilo que normalmente chamamos de ligações ou <em>links</em>, são hiperligações ou <em>hyperlinks</em>. Aqui está outra vez o Hyper. Por isso não é de surpreender que HTTP signifique HyperText Transfer Protocol: protocolo para transferência de hypertexto. Ou seja, é por onde passam as páginas HTML que queremos ler. O protocolo é o conjunto de regras para a transferência de informação. O HTTP era o mais comum para ver páginas nos navegadores. O FTP é muito comum para trocar ficheiros. Para os emails usa-se POP, IMAP ou SMTP… Existem muitos. E depois surgiu o HTTPS.</p>
<h2>O que é o HTTPS?</h2>
<p>A diferença entre estes dois protocolos é apenas um S, mas um S fundamental. É a inicial de Secure. Por ser seguro o Hyper Text Transfer Protocol Secure permite a troca de ficheiros HTML através de uma camada SSL/TLS que encripta tudo o que passa. Isso faz com que ninguém consiga fazer de conta que é o site de destino. Parece improvável acontecer algo assim? Ora vamos ver:</p>
<h3>Ladrões versão 1:</h3>
<p>Sabes aqueles alertas para nunca carregares em ligações em emails recebidos do banco? Isso é porque a única forma de teres a certeza de estares a ir para o sítio certo é se escreveres manualmente. Se não escreveste o endereço pela tua própria mão, não podes ter a certeza de onde estás a ir. Por vezes o nome parece igualzinho, mas na verdade não é uma letra do nosso alfabeto, é algum símbolo grego parecido. Sim, esses também podem ser usados nos endereços, assim como os acentos portugueses, os caracteres chineses e quase tudo em que possas pensar. Não existe nos nossos teclados, mas é um símbolo válido para outras pessoas. Ora, agora que a pessoas sabem isso e nunca mais carregaram numa ligação para o banco, começou a dar trabalho a quem queria roubar informação.</p>
<h3>Ladrões versão 2:</h3>
<p>Outra coisa que não se deve fazer é instalar plugins e add-ons nos navegadores. O primeiro motivo é porque fica mais lento e não deve trazer vantagens óbvias. Além disso, essa aplicação passa a saber o que fazes quando estás a navegar. E se estiver a gravar tudo? Confias assim tanto na origem que lhe queres mostrar tudo o que vês? É como pedir a uma pessoa que se ofereceu para te ajudar com os sacos de compras para, no caminho de casa, passarem no multibanco e te ver a digitar o código. Por muito honesta que essa pessoa pareça, queres correr riscos? Tudo o que pareça demasiado bom para ser verdade é demasiado bom para ser verdade. Isso não é só para os add-ons, também inclui software gratuito.</p>
<h3>Ladrões versão 3:</h3>
<p>Se não fosse assustador, isto até seria divertido. Como agora já não vais para o site mau e já não instalas programas espiões no teu computador, agora para te interceptarem a informação, a única forma é os ladrões estarem na rede a ver a informação que envias. Como? Redes wifi gratuitas.</p>
<p>Quantas vezes te ligaste a redes públicas de acesso livre? Sempre que o fazes estás a correr riscos. O que garante que aquela rede é mesmo do restaurante ou do centro comercial? E se tiver apenas o mesmo nome? Uma coisa é o telemóvel continuar a receber emails e notificações Facebook, outra é estares a fazer compras online num site novo. Se calhar esse site não é o que pensas, é apenas um clone e só é válido para quem estiver ligado naquela rede. E vais dar toda a tua informação a esse site falso, para depois alguém a usar por ti no site verdadeiro.</p>
<h3>Conclusões</h3>
<p>Chega de assustar? A única forma de garantir a segurança nas comunicações é 1) computador seguro; 2) ligação segura; 3) site seguro. Como utilizadores conseguimos garantir a segurança do nosso computador fazendo as actualizações, correndo antivírus, não abrindo mails suspeitos, tudo aquilo que nos dizem diariamente. Como utilizadores conseguimos garantir a segurança da nossa ligação ao não usarmos redes públicas. Como utilizadores não conseguimos garantir a segurança do site. A única coisa que podemos fazer é fugir depressa. O problema reside aqui. Mesmo que não o saibam, os utilizadores precisam de confiar que o site é fidedigno. Por isso é que os navegadores começam a avisar quando se está a colocar informação sensível em sites perigosos.</p>
<p><figure id="attachment_96" aria-describedby="caption-attachment-96" style="width: 293px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-96 size-full" src="http://blog.nunoreis.pt/wp-content/uploads/2018/07/formulario-nao-seguro.png" alt="alerta em formulários de sites não seguros" width="293" height="120" /><figcaption id="caption-attachment-96" class="wp-caption-text">Formulário em site perigoso</figcaption></figure></p>
<p>E por isso é que os motores de pesquisa como o Google dão preferência a sites que se esforcem para serem seguros. Aqueles com um certificado SSL válido podem fazer comunicações HTTPS e assim as três partes &#8211; computador, rede, site &#8211; ficam seguras e a comunicação em princípio é privada. Os navegadores alertam para isso com uma marca verde a dizer que o site é seguro.</p>
<p>Como proprietários de um site não podemos garantir que o computador e a ligação dos nossos visitantes são seguros. Mas temos a obrigação de oferecer um site seguro. Para isso basta pôr o certificado, mas na maior parte dos blogs nem isso é preciso. É muito simples.</p>
<h2>Como posso verificar se o meu blog tem https?</h2>
<p>Se fores wordpress.com o https é a única opção desde meados de 2016. Parabéns, já tens um blog em https.</p>
<p>Se fores blogspot.com também na mesma altura tinha tanto o http como o https. Parabéns, já tens o blog em https. Daqui a pouco explico como desligar o http.</p>
<p>O único problema é se algum conteúdo de outros sites utilizados no blog não for https. Vamos por partes. Quando te ligas com http simples, à esquerda do endereço aparece um símbolo de cuidado. Carregando lá diz que a ligação não é segura.</p>
<p><figure id="attachment_97" aria-describedby="caption-attachment-97" style="width: 300px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-97 size-medium" src="http://blog.nunoreis.pt/wp-content/uploads/2018/07/site-nao-seguro-300x47.png" alt="alerta no navegador para sites não seguros" width="300" height="47" /><figcaption id="caption-attachment-97" class="wp-caption-text">Site não fidedigno</figcaption></figure></p>
<p>O mesmo site por https deve ter um símbolo verde.</p>
<p><figure id="attachment_98" aria-describedby="caption-attachment-98" style="width: 300px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-98 size-medium" src="http://blog.nunoreis.pt/wp-content/uploads/2018/07/site-seguro-300x18.png" alt="Site indicado com oseguro" width="300" height="18" /><figcaption id="caption-attachment-98" class="wp-caption-text">Site fidedigno</figcaption></figure></p>
<p>Valida sempre se não aparece uma informação extra. No Chrome é um escudo à direita.</p>
<p><figure id="attachment_99" aria-describedby="caption-attachment-99" style="width: 300px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-99 size-medium" src="http://blog.nunoreis.pt/wp-content/uploads/2018/07/chrome-informacao-seguranca-300x66.png" alt="Informação de segurança no navegador Chrome" width="300" height="66" /><figcaption id="caption-attachment-99" class="wp-caption-text">Informação de segurança no navegador Chrome</figcaption></figure></p>
<p>No Firefox é carregando no ícone verde.</p>
<p><figure id="attachment_100" aria-describedby="caption-attachment-100" style="width: 300px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-100 size-medium" src="http://blog.nunoreis.pt/wp-content/uploads/2018/07/firefox-informacao-seguranca-300x123.png" alt="Informação de segurança no navegador Firefox" width="300" height="123" /><figcaption id="caption-attachment-100" class="wp-caption-text">Informação de segurança no navegador Firefox</figcaption></figure></p>
<p>Isso significa que o site é seguro, mas tem conteúdos externos não seguros. Pode ser algo no tema ((uma imagem, um ficheiro javascript ou css…). Se for no tema é possível em minutos corrigir, mas se for algum serviço de alojamento de imagens, passatempos ou algo assim, convém pensares nos utilizadores e começares a usar exclusivamente sites com https para esse fim.</p>
<p>Finalmente, se o site não tiver HTTPS, aparece mesmo a vermelho e terás de ir por HTTP.</p>
<p><figure id="attachment_101" aria-describedby="caption-attachment-101" style="width: 300px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-101 size-medium" src="http://blog.nunoreis.pt/wp-content/uploads/2018/07/site-sem-https-300x29.png" alt="site sem https" width="300" height="29" /><figcaption id="caption-attachment-101" class="wp-caption-text">Site não-seguro</figcaption></figure></p>
<h2>Utilizadores blogspot, vamos acabar com o http?</h2>
<p>Se fores às <a href="https://www.blogger.com/#basicsettings" target="_blank" rel="noopener">definições</a>, logo no primeiro ecrã vais ver a secção do https.</p>
<p><figure id="attachment_102" aria-describedby="caption-attachment-102" style="width: 945px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-102 size-full" src="http://blog.nunoreis.pt/wp-content/uploads/2018/07/configurar-https-em-blogspot.png" alt="Ecrão de configuração do Blogspot na opção HTTPS" width="945" height="473" /><figcaption id="caption-attachment-102" class="wp-caption-text">Ecrão de configuração do Blogspot</figcaption></figure></p>
<p>É só mudar de Não para Sim e já está. Nem sequer é preciso confirmar a seguir, fica logo. E se correr mal, podemos voltar atrás com um clique no Não. Sim, é assim fácil e passas a estar na elite que o Google deseja mostrar.</p>
<p>E não te esqueças de fugir sempre que o site não estiver verde.</p>
<h2>E se eu for WordPress.org?</h2>
<p>Isso dá mais trabalho e é preciso todo um outro artigo só para esse caso: como comprar e instalar certificados em sites wordpress.</p>
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		<item>
		<title>Como fazer backup do blog em WordPress</title>
		<link>https://criarumblog.pt/backup-blog-wordpress/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[nuno]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Nov 2017 16:14:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Apoio Técnico]]></category>
		<category><![CDATA[backup]]></category>
		<category><![CDATA[wordpress]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O tempo investido num blog é imenso e ver tudo a desaparecer de um dia para o outro é terrível. Neste artigo está uma lista de tarefas a fazeres regularmente para manteres o conteúdo seguro e poderes recuperar de um acidente. Porque mais vale prevenir do que remediar. A parte de escrever para um blog [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O tempo investido num blog é imenso e ver tudo a desaparecer de um dia para o outro é terrível. Neste artigo está uma lista de tarefas a fazeres regularmente para manteres o conteúdo seguro e poderes recuperar de um acidente. Porque mais vale prevenir do que remediar.</p>
<p>A parte de escrever para um blog quase parece fácil ao fim de algum tempo. Na verdade há um imenso trabalho por trás que o WordPress torna simples, mas que temos de saber que existe para proteger.</p>
<h2>Guardar os Rascunhos</h2>
<p>Um blog tem diferentes partes. A mais óbvia são as páginas e as publicações. As páginas são usadas para exibir a informação mais estática (como o Sobre Mim e os Contactos) e as publicações (também chamadas posts ou artigos), aquilo que se faz regularmente com diferentes conteúdos. O ideal para evitar acidentes é não usar o blog para rascunho de nenhum deles. Em especial quem tem um calendário de publicações e costuma ter vários textos em elaboração ao mesmo tempo.</p>
<p>Ter outro local para fazer os textos (em Word por exemplo) ajuda a manter a administração do blog limpa e provavelmente é mais fácil para trabalhar offline. Dá para editar o texto, para posicionar as fotografias, para fazer os links…. Só começas a passar para online quando estás na fase final e recorres a ferramentas de SEO como o Yoast para melhorar o artigo.</p>
<p>Para aumentar a segurança, esses ficheiros deverão estar guardados em algum sítio com backups automáticos. Uma pasta de Dropbox, Google Drive, OneDrive ou semelhante serve. Assim tens uma cópia online caso o computador do costume tenha problemas ou simplesmente não esteja disponível.</p>
<p>E quem faz isso para uma publicação, também pode fazer para cada página do blog.</p>
<p>Depois há a questão das fotografias. Provavelmente tens um álbum com todas as fotografias que tiraste, mas convém teres uma pasta das que usaste no blog. Por um lado porque se quiseres reutilizar uma foto só precisas de procurar entre cem em vez de entre dez mil. Por outro porque se não quiseres repetir fotos, convém saberes exatamente o que já foi usado.</p>
<p>Até aqui é a parte fácil. Depois vem a parte mais complicada.</p>
<h2>Mas o artigo publicado não é igual ao rascunho</h2>
<p>A ideia de manter um artigo em rascunho até é boa, mas a verdade é que assim que seja publicado vai ficar diferente. Seja porque tiveste uma ideia para uma nova frase ao copiar, ou porque te assinalaram um erro dez minutos depois de publicado, o artigo não vai sair igual ao rascunho. Por isso é importante guardar também o que foi publicado. A forma mais simples é seguir o blog por RSS e guardar cada artigo que saia. Há ferramentas com várias complexidades que o fazem. O Outlook (sim, o de ver o correio) ou o IFTTT são fáceis de usar e servem para o efeito. No pior cenário tens de esperar que o Internet Archive tenha guardado esse artigo, mas isso para blogs só acontece duas vezes por ano, com sorte.</p>
<p>O melhor é ajustares a data sempre que corriges o artigo de forma significativa para que volte a aparecer nos feeds de quem segue o blog. Nesses casos é provável que o Outlook ache que já recebeu o artigo, mas há sempre outras formas de guardar. Há plugins para mandar por email automaticamente cada post se quiseres, mas nem todos reenviam quando são feitas edições.</p>
<p>Eu fiz um site apenas para guardar os artigos. Não dá para todos, mas faz o que quero. Esse site valida as últimas dez publicações a aparecer no feed de cada blog e faz uma cópia. Se alguma for alterada enquanto está no feed, corrige. Se algum artigo desaparecer, manda-me um aviso.</p>
<h2>Para que estou a guardar tudo isto?</h2>
<p>Já adivinho os pensamentos “De que adianta guardar cada artigo? Se o blog for ao ar tenho de os inserir um a um?“. A resposta é sim. A não ser que tenhas um backup como deve ser. Toda a informação do blog está guardada em ficheiros e bases de dados. Para recuperar um blog em minutos em vez de dias, o segredo é fazer cópias de segurança e em caso de desastre (ou apenas de mudança de servidor) fazer a recuperação.</p>
<p>Existem três partes fundamentais: artigos, temas, plugins. E há formas automáticas de fazer backups a tudo isso.</p>
<p>Só para esclarecer, um ficheiro é aquilo que se guarda tantas vezes no computador. Os .txt, .jpg, .doc… Uma base de dados é normalmente um conjunto de tabelas. Uma base de dados de artigos do blog pode ter o seguinte aspeto:</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td colspan="5" width="601">Posts</td>
</tr>
<tr>
<td width="120">Número</td>
<td width="120">Título</td>
<td width="120">Conteúdo</td>
<td width="120">Data publicação</td>
<td width="120">Autor</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table>
<tbody>
<tr>
<td colspan="5" width="601">Comentários</td>
</tr>
<tr>
<td width="120">Número</td>
<td width="120">Relativo ao Post</td>
<td width="120">Conteúdo</td>
<td width="120">Data publicação</td>
<td width="120">Autor</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table style="height: 54px;" width="936">
<tbody>
<tr>
<td colspan="5" width="601">Autores</td>
</tr>
<tr>
<td width="120">Número</td>
<td width="120">Nome</td>
<td width="120">Email</td>
<td width="120">Sobre</td>
<td width="120">Ativo</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>E a base de dados fica toda num só ficheiro. Como num Excel.</p>
<h2>Como fazer uma cópia de segurança do blog?</h2>
<p>A resposta a quase tudo sobre WP é “com um plugin”. E temos um para isso: o Updraft Plus.</p>
<p>A parte fundamental e a que muda mais vezes, como vimos acima, são os artigos. Por isso vamos fazer uma cópia diária para não perder nada. Isso está em base de dados. Os temas e plugins de certeza que é mais raro mudares por isso uma cópia mensal é suficiente. Isso está nos ficheiros.</p>
<p>E para garantir que não falta nada, é melhor ficar com mais de uma cópia. Normalmente fico com os últimos cinco dias dos artigos e os dois últimos meses de temas/plugins.</p>
<h2><img decoding="async" class="size-medium wp-image-68 aligncenter" src="http://blog.nunoreis.pt/wp-content/uploads/2017/11/backups1-300x50.png" alt="Configurar um backup"></h2>
<p>Para garantir que tudo o que é ficheiro está na cópia, é preciso validar abaixo que as três caixas estão marcadas.</p>
<h2><img decoding="async" class="size-medium wp-image-69 aligncenter" src="http://blog.nunoreis.pt/wp-content/uploads/2017/11/backups2-300x63.png" alt="Configurar o que guardar no backup"></h2>
<p>Podes ainda fazer uma cópia local caso não confies no alojamento remoto. Eu tenho no Dropbox porque é onde estão as coisas deste blog.</p>
<h2><img decoding="async" class="size-medium wp-image-70 aligncenter" src="http://blog.nunoreis.pt/wp-content/uploads/2017/11/backups3-300x102.png" alt="Selecionar para onde fazer backup"></h2>
<p>Como por vezes no tema o processo demora muito, o ideal é saberes fazer manualmente. Fazer download dos ficheiros um a um pode demorar muito. Há temas com 1500 ficheiros. Mas se for um só ficheiro é quase instantâneo. É só ires pelo File Manager do cpanel até à pasta public_html/wp-content, selecionares a pasta (sem entrar) e fazer Compress para gerar um ficheiro único com terminação .zip. Depois com o Download dá para tirar esse zip para o computador local.</p>
<h2><img decoding="async" class="size-medium wp-image-71 aligncenter" src="http://blog.nunoreis.pt/wp-content/uploads/2017/11/backups4-300x120.png" alt="Gerar um zip para fazer download"></h2>
<p>Para a base de dados é um processo manual. É preciso entrar no cpanel e escolher a opção backup ou preferencialmente Backup Wizard.</p>
<p>Se tiveres o Wizard é provável que traga logo tudo.</p>
<h2><img decoding="async" class="size-medium wp-image-72 aligncenter" src="http://blog.nunoreis.pt/wp-content/uploads/2017/11/backups5-300x94.png" alt="Database Wizard"></h2>
<p>No Backup há uma opção integral e uma por partes. Alguns serviços fazem backups diários ou semanais gratuitamente, mas é sempre melhor fazer um de vez em quando, em especial antes de mexidas importantes.</p>
<h2><img decoding="async" class="size-medium wp-image-73 aligncenter" src="http://blog.nunoreis.pt/wp-content/uploads/2017/11/backups6-201x300.png" alt="Backup integral"></h2>
<h2>Não há formas automáticas de fazer isto?</h2>
<p>Há sempre formas automáticas, mas normalmente são as versões pagas. O Updraft Plus Premium faz backup automático antes de cada mexida no blog. Há serviços de alojamento que enviam o backup da base de dados por email…. A questão é, se te dão isso, depois tens o trabalho duplo de ver se está bem feito sempre que ele chega e de fazer o restauro quando der asneira. Não é melhor fazeres isto de vez em quando manualmente e começares a conhecer os sítios das coisas?</p>
<h2>Recomendações</h2>
<ul>
<li>Controlar o tamanho de cada ficheiro.</li>
</ul>
<p>Em teoria um blog ativo tem sempre novos conteúdos e cada backup tem mais informação do que o anterior por isso o tamanho tem de aumentar um pouco de cada vez no caso dos artigos, mas normalmente não altera no caso do temas e plugins a não ser que tenha havido uma atualização.</p>
<ul>
<li>Validar o conteúdo.</li>
</ul>
<p>Ter um servidor de testes costuma ajudar. Se conseguires montar uma cópia funcional do blog, é porque o backup está bom.</p>
<ul>
<li>Gerir o espaço ocupado.</li>
</ul>
<p>Achar que os backups estão a ser feitos e descobrir que não, apenas porque acabou o espaço em disco, é mais do que chato.</p>
<ul>
<li>Frequência recomendada dos backups manuais.</li>
</ul>
<p>Dependerá muito do tamanho da equipa. Se fosse uma empresa com departamento de informática, teria de ser semanal. Para blogs individuais o realista é a cada três meses. É uma questão de minutos que poupa muito trabalho. Na teoria há backups automáticos, mas nunca se deve confiar cegamente.</p>
<ul>
<li>Frisando mais uma vez, se isto falhar, tens de republicar cada post (e os comentários estão perdidos).</li>
</ul>
<h2>Então o que preciso de ter localmente?</h2>
<p>Tudo. Aqui fica uma lista do fundamental para um blog e que tanto serve para uma pessoa só como para uma equipa.</p>
<p>Calendário – plano de publicação e com lembretes para fazeres backups, renovar domínio, alojamento e certificado.</p>
<p>Media Kit – documentos a enviar para empresas e imprensa. Uma lista de quem já o recebeu (quando, que versão) e qual a resposta também é útil.</p>
<p>Faturas – todas as despesas e os lucros com o blog.</p>
<p>Artigos em Rascunho – o que estás a escrever e ideias soltas que surjam.</p>
<p>Artigos Publicados – O que está a sair do blog que um leitor vê. Muito útil se a ideia for depois publicar em livro.</p>
<p>Imagens Usadas – Banners do blog, foto dos autores, cabeçalhos de categorias, fotos usadas em artigos…</p>
<p>Backups – as cópias de segurança feitas manualmente da base de dados (artigos) e dos ficheiros (temas, plugins). Uma lista dos plugins e dos temas usados também pode ser útil.</p>
<p>Certificado – o certificado SSL colocado no blog para ficar como https.</p>
<p>Palavras-passe – utilizar um gerenciador de palavras-passe para saber os dados de acesso ao site de venda de domínio, site de venda de certificado, site de venda de alojamento, administração cpanel, administração wordpress, base de dados.</p>
<p>E tudo isto é localmente, mas também com backups! Se não quiseres fazer para a nuvem, faz para um disco externo ou uma pen.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Antes de começar um blog &#8211; os 8 passos</title>
		<link>https://criarumblog.pt/antes-comecar-blog/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[nuno]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Jul 2017 12:09:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blogging]]></category>
		<category><![CDATA[começar um blog]]></category>
		<category><![CDATA[passos básicos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Neste artigo é feito um levantamento de tudo o que é preciso pensar antes de se ter um blog a funcionar.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://criarumblog.pt/antes-comecar-blog/">Antes de começar um blog &#8211; os 8 passos</a> aparece primeiro em <a href="https://criarumblog.pt">Criar um Blog</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Interessado em começar um blog? Existem vários fatores a ter em conta quando se prepara um blog. Neste artigo é feito um levantamento de tudo o que é preciso pensar antes de se ter um blog a funcionar. Por isso, antes de pegares no computador para escrever, aqui ficam as ideias mais importantes.</p>



<p>Essa lista tem oito passos fundamentais:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Escolher o assunto</li><li>Decidir onde alojar</li><li>Escolher um tema</li><li>Escolher um nome</li><li>Formar uma equipa</li><li>Definir plano de atividades e calendário de publicação</li><li>Analíticas</li><li>Monetização</li></ul>



<h2 class="wp-block-heading">Escolher o assunto</h2>



<p>O mais importante antes de começar um blog é decidir o tema em que nos vamos focar. O ideal é que se fale de algo que se perceba e que se adore. Os motivos são óbvios. Devemos falar do que sabemos porque só assim estamos a contribuir com algo para quem nos visita. Se não soubermos o que estamos a escrever, a solução é copiar o que já foi dito por alguém. Se apenas repetirmos o que os outros disseram, os outros ganham por antiguidade. Se tentarmos falar de algo novo sem perceber, os leitores perceberão que é uma treta e procurarão outra fonte. Um leitor enganado uma vez é um leitor perdido para sempre. E finalmente terá de ser um tema que se adore porque vamos passar muito tempo nesse blog e a escrever para ele. Se for uma obrigação, o cansaço vencerá.</p>



<p>Como inspiração procura listas de temas para escrever num blog, mas pensa em algo diferente, único e teu.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Escolher onde alojar</h2>



<p>Esta parte será das mais importantes pois é a casa do blog e é normal depois haver preguiça e resistência à mudança, havendo até quem prefira começar um novo blog a migrar o que já tem. O alojamento é onde o blog fica guardado por isso é importante ter velocidade e espaço.<br>Existem vários serviços a permitir que se comece um blog imediatamente. O Blogger da Google, os Blogs Sapo, o Live Journal, o Medium, o Tumblr ou o WordPress.com são os exemplos mais populares. Aí basta escolher o nome, o domínio e começar a escrever.</p>



<p>Uma alternativa para quem quer algo mais sério é adquirir um alojamento próprio e usar serviços como o Drupal, Joomla!, WordPress.org, que permitem montar o próprio site. Quanto ao alojamento, existem imensas ofertas como Amen, Flexi, GoDaddy, Iberweb, One, WebTuga… Cada um tem os seus truques, o seu serviço, o seu preço e o seu serviço de apoio ao cliente pelo que o ideal é procurares recomendações junto dos teusamigos antes de te comprometeres (e pagares) com um deles.</p>



<p>Antes de começares é preciso saberes do que precisas (espaço, tráfego, disponibilidade, localização, etc.), saberes bem o que eles oferecem (se não estiver escrito, não acredites, se estiver escrito e eles não cumprirem, exige) e comparar sempre. Mostra que estás informado antes de avançares. Em alguns casos isso até pode conseguir-te um desconto.</p>



<p>Por falar em descontos, muito cuidado com o preço real. Normalmente o primeiro ano é um valor mínimo e depois duplica ou triplica.</p>



<p>E garante sempre que existem backups automáticos ou uma forma fácil de fazeres tu semanalmente. Os acidentes acontecem e não só aos outros.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Escolher um tema</h2>



<p>O tema é o aspecto gráfico do blog, o seu visual. Esta será a parte mais fácil pois podes sempre mudar mais tarde. Claro que farás o logótipo em função do tema por isso convém acertar à primeira no que será a tua “cara”.</p>



<p>Seja alojamento gratuito ou pago, existem sempre alguns temas disponíveis para começar. Podes procurar na Internet entre milhares de outros, gratuitos ou pagos, ou contratar alguém para te fazer um personalizado. Muito cuidado é com configurações que estão escondidas no tema pois podes ter de corrigir dados como autor, localização, assunto, idade recomendada para os leitores… Não impede o blog de funcionar, mas ajuda e muito a posicioná-lo bem nos motores de busca.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Escolher um nome</h2>



<p>A decisão mais difícil para um blogger é o nome a adotar para o espaço. Por vezes sai algo natural derivado do próprio tema, ou algo mais pessoal como uma alcunha de infância. É uma decisão pessoal e não se pode dizer que alguém nos consiga ajudar sem nos conhecer muito bem, mas aqui ficam umas dicas:</p>



<h3 class="wp-block-heading">Tem de simples</h3>



<p>Se começas a pensar em siglas de tudo o que vão falar, se utilizas números pelo meio, se trocas c por k e s por z, alguém vai escrever mal e vai parar a um concorrente.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Não pode ser confuso</h3>



<p>Novamente, se és Cátia e já existe um BlogDaCátia popular, não faças BlogDaKátia, nem BlogDaKaty. Terás de ir para OEspaçoDaCátia, DiárioDaCátia, CátiaOnline. Se estes nomes são uma treta, tivesses pensado nisso antes da outra Cátia.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Tem de ser óbvio</h3>



<p>Quem chega ao blog tem de perceber pelo nome do que trata ou de quem é. Se o nome é sapatos, tem de falar de sapatos, não de maquilhagem. Se é Antestreia, não vai falar de viagens, mas de cinema.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Tem de estar disponível</h3>



<p>Esta é a parte chata. O nome que procuras para ser teu tem de estar livre. E os nomes bons já foram ocupados há muito. A solução pode ser arranjar outro alojamento (caso seja, no wordpress.com, blogger, sapo,…) ou procurares um nome que tenha o domínio livre. O ideal é sempre teres o teu próprio domínio porque um dia vais querer que o blog seja mais do que um omeublog.wordpress.com, um omeublog.blogs.sapo.pt ou omeublog.bogspot.com. Vais querer o omeublog.pt ou omeublog.com. Mais vale tratares já disso e garantires que ficas com o nome que queres o mais cedo possível. Deixa que sejam os próximos a ter a dor de cabeça.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Tem de ser curto</h3>



<p>Os nomes ideais têm 6 a 12 letras. A maior parte dos bons já estão ocupados por isso podes ter de ir ver algo até aos 15, mas evita mesmo passar disso. Se for demasiado longo ninguém vai querer escrever tanto.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Tem de ser fácil de escrever</h3>



<p>Mais do que ser simples, curto e sem letras estranhas, consegues escrever o nome sem trocar algumas teclas? É um teste fácil de fazer (escreve 10 vezes seguidas num programa de texto) e caso vejas que tu, a pessoa que mais usa o nome, se enganou, procura outro nome. Um leitor frustrado não será uma visita agradável.<br>Procura novos nomes no <a href="http://NameMesh.com" target="_blank" rel="noreferrer noopener">NameMesh.com</a> e no <a href="http://Panabee.com" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Panabee.com</a>. São ferramentas fáceis de usar e divertidas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Formar uma equipa</h2>



<p>Um grande blog tem uma equipa com vários escritores, fotógrafos, editores de vídeo, designers… A maioria dos casos não precisam disso. Quando começamos um blog, podemos achar que sozinhos fazemos tudo. Esquece. Mais cedo ou mais tarde vais precisar de ajuda e mais vale falar já com essas pessoas para elas não se aborrecerem por não terem sido envolvidas antes. Se conheces outros bloggers e gostavas de ter textos deles um dia, “olá, comecei um blog e quando for popular vou-te pedir um post”. Se tens um amigo com jeito para a fotografia, “Olha, vou começar um blog e gostava de um dia usar fotografias tuas”. Se por acaso até tens um amigo com jeito para os computadores, “só para ficares prevenido, vou começar um blog. Vou tentar comprar o domínio e alojamento sem ajuda, mas se precisar depois chateio-te”.</p>



<p>Quem te quiser ajudar, dirá logo “quando quiseres” e estará disponível no imediato ou que para a semana é melhor. Quem não quiser dirá “depois vemos”. Assim ficas logo a saber quem não está disponível e podes começar a procurar outras pessoas com tempo.</p>



<p>Se o blog já vai ser partilhado, definam logo o que cada um faz e quando. E decidam o que farão se um dia se chatearem. Quando chegar a hora é melhor para todos que isso esteja falado ou seria mais um motivo para discussão.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Definir plano de atividades e calendário de publicação</h2>



<p>Seja um blog individual ou de uma equipa, é importante ter um plano e o calendário é a melhor forma de o começar. Vê as datas importantes que se avizinham, para ti, para a tua terra, para a tua temática. Antecipa o que vais fazer para celebrar essas datas.</p>



<p>Numa lógica mais regular, decide o que fazer em cada dia. Em que dias da semana publicas? Que tipos de conteúdos? Uma fotografia à Segunda-feira, um vídeo à Quarta e um texto à Sexta? Um pouco de humor para o fim-de-semana? E a publicação é de manhã, à tarde ou à noite? Define uma rotina e cumpre. É a melhor forma de publicar sem nervos porque antecipas a criação tendo em vista a data limite.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Analíticas</h2>



<p>A maioria dos bloggers só se preocupam com as estatísticas reais de visitas quando precisam de as apresentar para uma parceria. Não percas a oportunidade de controlar quem te visita e de veres os números crescerem desde o primeiro momento. Existem contadores de vários tipos e há várias ferramentas gratuitas que te dão tudo o que precisas. <a href="https://analytics.google.com" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Google Analytics </a>é um dos melhores e não terás de te preocupar por muito tempo com isso. Experimenta.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Monetização</h2>



<p>Quando chegar a altura de fazer dinheiro vais precisar de saber o que queres. A possibilidade de alguém te dar dinheiro tira a capacidade de pensar pelo que convém ter tudo decidido e escrito antes. Que marcas gostarias de ver representadas no blog? Quais te recusas a ter? Quanto queres por um post patrocinado? Qual é o máximo de post patrocinados que aceitas por mês?</p>



<p>Além disso há a questão dos simples anúncios no blog. Onde os queres colocar?</p>



<p>Se estiver tudo decidido ao início fica muito mais fácil. Vais mudar de opinião várias vezes e reagir ao mercado e às opiniões dos leitores, mas já é um ponto de partida.</p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<p>Com tudo isto pensado, começar um blog vai ser muito mais fácil.</p>



<p>Como pode ficar ainda mais fácil? Com a <a href="https://criarumblog.pt/primeiro-blog/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">iniciativa Primeiro Blog</a>. Vai espreitar.</p>
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